Seja bem-vinda (o)!!

Seja bem-vinda (o), sinta-se em casa.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Bolo de arroz cru.



Olá "gentem". Tudo bem? Estou sumida, não é? Sei que estou, mas a correria é grande.
Dia desses, levei um tombinho básico na academia e quebrei o cóccix, o que está me rendendo um molho sem poder malhar, só devo voltar em janeiro. Por conta disso, minha nutricionista pediu para que eu evitasse comer farinha de trigo. Estou me virando, uma vez que não gosto muito de tapioca, uma das opções e já enjoei daquele cereal N... Com isso, desando a procurar receitas sem glúten. Achei uma receita de pão de queijo que depois vou passar para vocês, estou viciada nele.
Bem, mas hoje venho trazer uma receita de bolo de arroz cru. Estou com vontade de comer bolo de bolo. O que e isso? Aquele bolinho comum para comer tomando um cafezinho ou um chá. Bolo simples.
 Nem sei o que eu procurava quando me deparei com a receita de bolo arroz cru. Só que a receita que vi era com arroz branco. Como todos falavam bem, resolvi intensificar a busca até que encontrei o site Linea verde - http://lineaverde.com.br/bolo-de-arroz-integral-sem-gluten. A receita original leva leite de soja, pois a receita é sem glúten e sem lactose, mas como não tenho problema com ela, nem sou vegan, eu a incluí, como verão a seguir :

Ingredientes:
1 1/2 xícara de arroz integral cru
3/4 de xícara de iogurte desnatado (foi um copinho de 180g)
3/4 de xícara de açúcar mascavo
3/4 de xícara de óleo de milho
3 ovos
1 pitada de sal marinho
1 colher (sopa) de fermento em pó
Modo de preparo:
Coloque o arroz numa vasilha com água  e deixe de molho de um dia para o outro. Escorra, bata no liquidificador com o leite, o açúcar, o óleo, os ovos e a pitada de sal. Junte o fermento em pó e bata de novo para misturar. Despeje numa forma redonda, untada, de 20 cm de diâmetro e leve ao forno preaquecido (180°C) por cerca de 45 minutos ou até que enfiando um palito no centro ele saia limpo. Deixe esfriar e desenforme.
Opcional: Polvilhe com açúcar e canela e sirva.


O bolo ficou bem fofinho e saboroso. Não ficou muito doce, isso é bom. A textura é diferente de um bolo de farinha de trigo, mas não me decepcionou. 


Façam e me contem o que acharam. Um beijinho no coração.







quarta-feira, 17 de julho de 2013

Tudo junto e misturado

Esse foi o nome do bolinho que fiz na tarde de hoje. Minha sobrinha está de férias na escola e ficou dois dias aqui comigo. Foi muito "tido" como diz a outra de 3 anos.
Ela queria quitutes, que não me permito muito comer durante a semana, mas abri uma exceção, afinal são as férias dela.
Tivemos cachorro-quente, churros e o bolo tudo junto e misturado.

 O motivo do nome? Ela queria petit gateau, mas tinha na geladeira um restinho de ganache que precisava ser usada. Então fiz o seguinte: Não sabia quanto eu tinha de ganache, calculei uns 100 g, então de olho coloquei nela um pouco de manteiga, uns 25g e derreti  tudo no micro-ondas e reservei. Bati dois ovos, na batedeira, bem batidos, até espumar bastante. Juntei 50 gramas de açúcar ( tinha um restinho de açúcar mascavo e um restinho de demerara) e bati bastante com os ovos. Desliguei a batedeira e acrescentei 40 gramas de farinha de trigo, o chocolate derretido e Ovomaltine ( um tanto, saí polvilhado um bocado).
Untei forminha de petit gateau e polvilhei chocolate em pó. Enchi 2/3 das forminhas e deixei 1 hora na geladeira. Coloquei as forminhas em um tabuleiro, pré-aqueci o forno ao máximo por uns 5 minutos assei os bolinhos. Eles ficaram macios e úmidos, sem a caldinha, mas quem disse que eu queria fazer petit gateau?
Todos aprovaram e ele foi batizado assim: Tudo junto e misturado. Façam e não vão se arrepender.
Ah! mas você não tem ganache sobrando na geladeira? Não tem problema, derreta um pouco de chocolate ao leite e/ou meio-amargo, junte um pouco de creme de leite e complete a receita, mas não deixe de fazê-lo. Um super beijinho com cheirinho de chocolate.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quem disse que dia de folga é dia de descanso?

Bom dia, "gentem". Hoje não trabalhei. Como sou elétrica e não sei ficar parada, já ajeitei um montão de coisas aqui em casa e fui para a ...COZINHA.
Vi um post da Chocolatria (http://www.chocolatria.com/) que me deu água na boca, foi o do mini-muffin donut. Achei tão delicado que quis fazer. Olha a foto do blog que delicadeza:


Imitei, mas nem de longe o meu ficou lindo assim, com essa "cupulazinha", nem tinha a forminha de papel para ficar com esse franzidinho, mas valeu.



Fiz para levar para o pessoal do serviço do meu maridex, eles gostam de uns mimos de vez em quando, e copiei a ideia do saquinho.

A receita? simples.
Misture com um fouet 100 g de manteiga derretida com 100 gramas de açúcar. Adicione 2 ovos batidos, essência de baunilha a gosto e em seguida 1/4 xícara de chá de água quente. Adicione aos poucos100 gramas de  farinha de trigo peneirada com 10 gramas de fermento em pó. Misture até obter uma massa homogênea. Coloquei em forminhas de mufins de alumínio untada e enfarinhada. Assei em forno a 180º. Quando esfriou, desenformei e passei no açúcar com canela.
Este é o link da receita original: http://www.chocolatria.com/2012/07/mini-muffin-donut-%E2%99%A5.html
Beijinhos.

domingo, 30 de junho de 2013

Na era do caderno de receita...

Ola´, "gentem". Estou numa correria doida, tantos me querendo, seja para conversar, seja para ajudar, seja para brincar. Ufa, estou cansada, mas feliz em saber que posso contribuir com algo de bom. Se não é para isso nossa existência, para o que mais será?
Hoje me bateu uma vontade de comer um docinho que minha mãe fazia quando eu era criança. Nunca soube o nome dele. ( se alguém souber, me avisa, tá?)
Quando eu era criança, achava que certas coisas só pertenciam ao meu mundo. Por exemplo, esse tal doce.
Como não havia internet para divulgar, os canais de de televisão eram poucos, poucas também eram as  revistas e jornais, achava que tal coisa só pertencia ao meu mundo. Tadinha de mim, né?!
Quando comecei a namorar o meu marido, vi que minha sogra sabia fazer o doce da minha mãe. Que decepção, isso porque eu já não era mais criança.
Sabe uma outra coisa que eu achava que só pertencia à minha mãe? O caldinho da panela da carne cozida.Minha mãe dourava a cebola, dourava a carne e antes de colocar água para cozinhar a carne, ela molhava o pão no caldinho grosso e dava-nos para comer. Hummmm, que delícia! Hoje não como mais carne vermelha, pura opção, mas não sou tão radical, quando faço carne para meu marido, eu confesso, como o pão.
 Dia desses, estava eu, vendo tv, quando, de repente, passou uma propaganda de um certo caldo de carne que passava no teste do pão, esse era o comercial. Que decepção! Mais uma coisa que o mundo conhecia e não somente minha mãe. Fiquei arrasada, acho que vou ter que fazer terapia, kkkk. Brincadeirinha.
Mas vamos deixar de blábláblá e vamos à receita? Na verdade a receita é meio de olhômetro. Quem gostar de doce mais doce, põe mais açúcar, quem quiser o mingau mais duro, mais mole, mais doce, menos doce, fique à vontade.
Será que você também conhece?
Lá em casa chamávamos de torta de banana.
Peguei umas 6 bananas nanicas ( ou d'água) e piquei em rodelas e reservei. Em uma panela, coloquei umas 4 colheres de sopa de açúcar e deixei caramelizar, sem queimar, só dourar. Depois disso coloquei a banana, mexi e pinguei água. Pinguei mesmo não queria nada aguado. Deixei cozinhar e obtive este doce que coloquei em um refratário.

Depois fiz um mingauzinho de amido de milho. Coloquei umas duas xícaras de leite, 1 gema, 3 colheres de sopa de açúcar e umas gotinhas de baunilha. Dissolvi, em um pouquinho de leite, 2 colheres de sopa de amido de milho. Levei ao fogo baixo mexendo para não empelotar. Deixei ferver, parei de mexer e deixei cozinhar por uns 8 minutinhos. Tirei do fogo, deixei esfriar e coloquei por cima do doce de banana. Assim:

Bati a clara que sobrou em neve e adicionei 4 colheres de açúcar e bati bastante. Coloquei em uma manga de confeitar, porque gosto de suspiro durinho e fiz pitanguinhas. Tem gente que não se importa se não ficar suspiro, quer só merengue douradinho, mas molinho mesmo, então leva ao forno sem se preocupar com o ponto de suspiro. Mas o meu ficou assim:

Depois de pronto, ficou assim, com um monte de pitanguinha faltando, porque "furtei" alguns suspirinho, não resisti:


Se para você não foi novidade a receita, pelo menos conheceu meu sentimento com relação a esse doce. E você também tem uma história assim? Conte-me.
Um super restinho de domingo e um super beijo.





domingo, 23 de junho de 2013

Tortinha de fígado de galinha



Olá "gentem". Tudo bem? Espero que sim. Dia desses, vendo o blog Panelinha, deparei-me com uma receita de torta de fígado de galinha. Achei curioso. Não gosto de fígado, mas quis testar. E estou para contar para vocês que fiz e gostei. Meu marido, amou.
O link da receita é esse: http://panelinha.ig.com.br/site/receita/receita.php?id=1706
Mas transcreverei-a:

PARA A MASSA

Ingredientes

2/3 xícara (chá) de farinha de trigo
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo integral
2/3 xícara (chá) de manteiga à temperatura ambiente
1 gema
1/2 colher (sopa) de leite
1/2 colher (chá) de sal 

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 200°C (temperatura alta).

2. Numa tigela, coloque as farinhas e o sal. Junte a manteiga amolecida e faça uma farofa com a ponta dos dedos. Acrescente a gema e o leite. Mexa com as mãos até obter uma massa lisa. Faça uma bola e cubra com um pano de prato limpo. Deixe repousar por 30 minutos.

3. Em forminhas individuais para torta ou numa fôrma grande de fundo removível com 25 cm de diâmetro, coloque a massa e espalhe-a com os dedos de modo a cobrir todo o fundo da assadeira, deixando 3 cm da borda. Fure toda a massa com um garfo, para que não estufe, e leve ao forno por 10 minutos. Retire e deixe esfriar.

PARA O RECHEIO

Ingredientes

150 g de fígado de galinha limpo
1 colher (sopa) de conhaque 
(não tinha e usei vinho branco seco)
1 colher (sopa) de água 
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 xícara (chá) de creme de leite fresco (usei de caixinha mesmo, não tinha do fresco)
1 ovo 
1 colher (sopa) de uvas-passas 
1 pitada de noz-moscada ralada na hora
1 colher (chá) de sal 
1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora

Modo de Preparo

1. Para hidratar as uvas-passas, coloque-as numa panelinha com o conhaque e a água. Leve ao fogo médio. Quando ferver, retire do fogo e deixe esfriar. Quando estiverem frias, transfira as passas para uma tigelinha e reserve o líquido.

2. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).

3. No liquidificador, bata a cebola, o alho e o fígado limpo (sem nervos e membranas brancas). Quando obtiver uma pasta lisa, acrescente o creme de leite, o ovo, a noz-moscada, o sal, a pimenta-do-reino e o líquido das passas. Bata rapidamente, apenas para misturar, e junte o manjericão picado.

4. Distribua as passas sobre a massa pré-assada e cubra com o recheio batido. Leve ao forno preaquecido para assar por 30 minutos.

5. Se a torta foi feita numa fôrma grande, deixe esfriar antes de cortá-la para que os pedaços não se esmigalhem. No momento de servir, preaqueça a torta e sirva acompanhada de uma salada de folhas verdes.


Ah! o pontinho pretinho na torta, são as passas.
Beijinhos e boa semana.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dia dos namorados ... Atrasada? Quem? EU? kkk

"Gentem", minha vida é assim, correria pura, pura agitação. Falo uma coisa, penso em outra e faço uma terceira.
 Você está se perguntando por que estou falando isso? Porque estou desde quarta para publicar o que rolou aqui no Dia dos namorados (dos outros... Já explico) e só agora pude sentar para fazê-lo.
Bem, até 2008 eu trabalhava o dia inteiro e dava aula à noite. Por conta disso, nunca achava restaurante para comemorar o tão famoso dia. Moro em uma cidade "imensa", com "muitas" opções de restaurantes. Os 3 ou 4 restaurantes sempre estavam lotados quando eu saía da escola, por volta das 21:30. Todo ano era a mesma ladainha. De tanto ficar irritada, resolvemos abolir essa data do nosso calendário. Comemoração só no nosso dia, o dia do nosso namoro. Além de não pegarmos fila, tudo é mais barato e é um dia único, só nosso, o dia para celebrar nossa relação e não um dia comercial. Nada contra  todos que saíram, que compraram seus presentes, mas nós temos o nosso dia, único e exclusivo. Embora eu ache que todos os dias é dia das mães, dos pais, dos avós, e dos NAMORADOS.
Mas para não boicotar 100%, fiz um lanchinho especial: Canapés de cream cheese com salmão defumado.

Receita? É algo muito difícil, kkk. Cortei o pão com cortador de canapé, coloquei cream chesse, cortei em 4 cada fatia do salmão, enrolei uma e coloquei em cima do cream chesse. Difícil? Muito, não é? kkkk

E é isso. Viva o amor! Hoje, sempre e dia 12 de junho.
BEIJINHOS


domingo, 2 de junho de 2013

Rosquinha de vinagre para esperar o frio que não vem.

Gente, amo frio, mas ele não está querendo chegar. Hoje fez um calor incrível, nem parece que estamos no outono. O calor fora de época trouxe à tarde uma chuva típica de verão, forte e com trovões. Com ela, veio também  a vontade de comer rosquinhas de vinagre. Conhecem? Não. Então faça e se apaixonem, elas ficam sequinhas.
Vamos à receita?
Em uma vasilha, coloquem 2 ovos, bata e adicione 5 colheres de sopa de açúcar, 5 colheres de sopa de vinagre, 6 colheres de sopa de óleo e uma pitada de sal. Misture bem e adicione 2 colheres de sobremesa de fermento em pó e farinha até dar ponto para enrolar as rosquinhas sem grudar nas mãos. Dessa vez usei farinha com fermento e. claro, não coloquei mais fermento.









Frite as rosquinhas em óleo quente, mas não muito, e fogo médio. Se o fogo for muito alto, elas ficarão morenas por fora e cruas por dentro. Coloque em um prato com papel absorvente (perceberão que o papel não fica muito engordurado, o vinagre deixa as rosquinhas sequinhas) e depois passe no açúcar com canela.
Sirva com café, chá ou chocolate quente. 

Coma bastante, delicie-se e depois corra para a esteira ou para a bicicleta, mas não deixe de comer e ser feliz.
Um super beijo e uma linda e abençoada semana.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Chá de sumiço...

"Gentem", voltei. Pelo menos vou tentar. Nos últimos "capítulos" eu dizia que meu marido estava em uma dieta super restritiva. Ele emagreceu muito, ficou irritado, trocou de nutricionista e as dores voltaram, não tão intensas, mas qualquer coisinha é motivo para ele reclamar horas e horas. A dieta não era para emagrecer, era para aliviar as dores da síndrome de colo irritável. Bem, com isso já era final de ano, o que para mim é sinônimo de muito trabalho, correria, estress, cansaço, etc, etc. Nesse tempo, minha cozinha não parou, mas não tinha nada que eu julguasse ser interessante postar.
Eis que hoje quis comer um bolo de maçã, mas com um toque integral. Peguei uma receita que a tia do maridex havia me dado e...TRANSFORMEI. O sabor ficou ótimo, bem parecido com a receita original. Vamos lá?
Parte I: Em um recipiente, coloque duas maçãs picadas sem a casca, suco de um limão e 1/2 xícara de açúcar demerara.
Parte II: Misture 2 ovos, 1/2 xícara de óleo, 2 colheres de chá de canela, 2 colheres de chá de fermento em pó, 1 colher de chá de bicabornato, 1 xícara de chá de farinha de trigo, 1 xícara de chá de farinha de trigo integral, 1 xícara de chá de açúcar mascavo. Depois de bem misturado, junte a parte I. Despeje em uma forma untada e enfarinhada. ( Eu fiz bolinhos individuais). Leve em forno a 180 graus. Bom apetite!
 

domingo, 18 de novembro de 2012

Nhoque sem glúten



E a dieta restritiva do marido continua e com ela novos desafios, novas receitas, preciso pesquisar para fazer. 
Hoje quis servir um nhoque. Pesquisa daqui e dali, cheguei à receita da Chef Carla Serrano. A receita original está aqui: http://www.chefcarlaserrano.com/2012/05/nhoque-de-mandioquinha-sem-gluten.html.
Como não gosto de mandioquinha (batata baroa), fiz com batata inglesa.
Se você acha que nhoque é sinônimo de bagunça, uma bancada cheia de farinha, veja a foto para conferir, não precisei adicionar "farinha" extra.


Usei 750 g de batata (pesei depois de descascada) - antes de descascá-las, eu tinha 900 g.
75 g (3 colheres de sopa) de amido de milho ou fécula de batata (usei a fécula)
sal
1 colher de sopa de azeite
1 gema

Cozinhei ( no vapor) as batatas, espremi, esperei esfriar e misturei os outros ingredientes.
Fiz os cordões, cortei os nhoques e cozinhei na água quente. Assim que eles subiram, sequestrei-os para fazê-los adormecer em um molho quentinho de frango desfiado.
Depois disso, só colocá-los em meu prato e correr para o abraço (e depois na esteira).
O sabor do azeite permanece e essa massa derrete na boca. Façam, sem dúvida.
Eu demoro, mas apareço.
Um lindo restinho de domigo para todos.
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sem desperdício.

Enquanto eu tirava a casquinha do pão para fazer a torta, ia guardando as beiradinhas.
E o que fiz com elas? Lixo? NÃO. Fiquei "matutando" o que fazer com as beiradinhas de pão integral. Podia misturar com azeite e óregano, levar ao forno e fazer de belisquete, mas não quis. Então decidir transformá-las em um pudim. Se fosse casquinha de pão comum, seria algo comum, mas as casquinhas integrais, têm sabor forte, mesmo assim, resolvi arriscar.
Coloquei-as em uma vasilha com leite e deixei amolecer.

Levei essa mistura para o liquidificador, adicionei 2 ovos e adocei com 1 lata de leite condensado, para tentar amenizar o sabor intenso do pão. Caramelizei uma forma, coloquei o pudim batido nele e levei ao forno, com temperatura a 180º, em banho maria. Deixei assar por uma hora (depende do forno) e o resultado foi este...

 
Meu marido não comeu. Tadinho, olhou com os olhos e lambeu com a testa. Tive que distribuir para eu não comer muito e ele não ficar com vontade.
 

domingo, 21 de outubro de 2012

Haja criatividade para tantos NÃOS!!!



"Gentem" a dieta do maridex está me tolhendo. Assim como não aguento mais fazer legumes cozidos, ele não aguenta mais comê-los.  Não posso fazer massa, não posso usar leite, manteiga, margarina,queijo, condimentos, não posso fritar, não posso, não posso, isso também não, aquele outro também não. Haja criatividade!!!!
Para amenizar os lanches (manhã e tarde) que não podem ter queijos e embutidos, resolvi fazer uma torta salgada. Tive que adaptar minha receita com tudo o que ele pode comer.
Divina, maravilhosa, NÃO ficou, ficou gostosa. Os recheios ficaram perfeitos, mas o pão integral ( só pode ser o sem açúcar, pois ele também não pode açucar) roubou o sabor incrível que esta torta  tem.

 

Para 1 pacote de pão de forma comum, 16 fatias de pão.   

molho de frango

1 peito de frango
alho
sal
óleo
azeitona
milho
palmito
cebola
tomate
cheiro verde
1 lata de molho refogado
massa de tomate


Tempere o frango com alho e sal. Em uma panela (eu utilizo a de pressão para ser mais rápido), refogue a cebola no óleo até dourar. Acrescente o frango e vá mexendo para ele  dourar. Deixe cozinhar, desfie o frango  e reserve. Em uma outra panela, faça um refogado com óleo, cebola, tomate e cheiro verde, deixe esfriar e bata no liquidificador com o molho refogado. Coloque esse molho no frango desfiado, deixe ferver e acerte o sal. Se for do seu gosto, coloque massa de tomate para dar mais cor. Coloque água para fazer bastante molho, pois ele é que molhará o pão. Quando o molho adquirir o ponto desejado, acrescente azeitona picada, palmito picado e milho. Reserve
 Fiz o mesmo procedimento, porém não utilizei azeitona, palmito, nem milho e o molho fiz com tomate pelatti batido no liquidificador, afinal não posso usar massa de tomate, nem molho refogado.

Pasta de cenoura

1 cenoura cozida
1 punhado de cheiro verde
10 azeitonas verdes
1/4 de cebola
2 colheres de maionese
sal

Cozinhe a cenoura até ficar macia. Bata no liquidificador a cenoura cozida e os outros ingredientes. Se ficar muito duro, pingue leite para amolecer. O ponto é de uma pasta cremosa e não aquosa. Reserve
Não pude utilizar maionese industrializada, as receitas que encontrei levava muito óleo. Achei uma que não tinha muito gosto de maionese, mas que no resultado final não influenciou, pelo contrário, até ajudou. Fiz assim: Amassei 3 gemas de ovo cozidas e acrescentei 1 gema crua. Misturei bem. Acrescentei algumas gotas de limão ( isso tb não podia, mas isto foi necessário para a receita) e misturei. Adicionei 1 colher de sopa de óleo de canola, misturei e coloquei mais umas gotas de limão. Acrescentei um pouco de azeite, misturei e usei mais gotas de limão.  Misturei bem, coloquei umas gotinhas de vinagre. Ao todo, utilizei 1/2 limão. No final, foi 1 clara batida em neve. A receita termina aqui, mas como não gostei da consistência, coloquei essa maionse no mini processador para ficar mais lisinha.  A receita original veio desse vídeo http://www.youtube.com/watch?v=6Ba1Uv59SUc.


Montagem:

Tire a casca do pão de forma comum - utilizei o integral de cenouraForre uma forma de rocambole com 4  fatias de pão , coloque o molho de frango com bastante molho e não só frango, para umidecer o pão. Cubra com pão e coloque a pasta de cenoura, cubra novamente com pão e mais uma camada de molho de frango, bem molhadinho. Termine com pão. 
Para cobrir, utilize batata cozida, amassada e misturada com maionese até virar uma pasta. Utilizei a maionese caseira.


 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Saudade...

Há dois anos, hoje foi um dia de festa, foi comemorado o niver de 80 anos de minha linda mãezinha, mas quis papai-do-céu que um mês e 6 dias depois ela fosse embora. Hoje, resolvi chorar diferente e convidei meu irmão para vir almoçar comigo. Fiz algumas coisinhas que ela gostava: carne de panela com batata, empadão e um bolo. E assim foi nosso dia, de saudade, mas de união, sem choro, mas cheio de saudade. Sei que ela aprovaria, ou quem sabe aprovou, meu gesto.
Bem, mas vamos à receita? Fiz um bolo de iogurte que tirei da revista Casa e Comida. Aproveitei para usar minhas forminhas de silicone: a de flor e de cachorrinho ( detalhe, hoje é dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais, e minha mãe adorava bichinhos)
A receita é prática e deliciosa, fica bem levinha.
Bata no liquidificador: 1 copo de iogurte natural;
1 copo de óleo + 1 pouco para untar a fôrma; ( a de silicone não precisa untar)
2 copos de açúcar;
2 copos de farinha de trigo + 1 pouco para enfarinhar a fôrma;  ( a de silicone não precisa)
4 ovos;
1 colher (sopa) de fermento em pó.
Nomalmente eu utilizo o copo do iogurte como medida, mas como eu tinha iogurte caseiro, medi tudo no copo de Nutella.
A receita da revista prevê colocar geleia de amora por cima do bolo, mas eu não coloquei.
A massa rendeu um cachorrinho, 6 rosinhas e um mini bolo de 5 cm de diâmetro em um forma de buraco no meio. Como meu irmão não comeu tudo, levamos para as irmãs dele e nossa sobrinha (e os adultos também) amaram comer as partes do cachorrinho.
Beijinhos e até a próxima, que deve demorar porque o marido ainda está de dieta.









 

sábado, 22 de setembro de 2012

Releitura de bife grelhado...

Estou sumida, mas não tenho podido fazer nada de diferente por  conta da dieta do marido, não posso fazer pratos elaborados, cheios de ingrediente. Então fiz uma releitura do grelhado e tchanannnnnnn.

 
 
Meu marido não pode molho cheio de condimentos, então usei uma lata de tomate pelatti, coloquei uma pitada de açúcar (para cortar um pouco a acidez) e um pouquinho de sal ( a gosto) e deixei ferver por 5 minutos para engrossar e reduzir um pouco. Provei, acertei o sal e acrescentei 1 lata de ervilhas. Arrumei os bifes grelhados em um recipiente, joguei o moho por cima e coloquei ovos que podem ser fritos ou pochê. Fi-los pochê, pois meu marido não está podendo comer fritura.
Façam, fica uma delícia.
 
Beijinhos e até mais.
 

domingo, 9 de setembro de 2012

Féria e guloseimas...

Para quem gosta de cozinhar e não tem muito tempo, fica esperando final-de-semana, feriado e férias para ir testar um monte de receitas novas, certo? Mas, de repente, eis que o marido entra numa dieta super restritiva, que não pode ter farinha, leite, açúcar, manteiga, etc, etc. O que fazer? Abandonar os planos e ficar no trivial, fazer só o que ele pode comer e esperar até que isso passe, afinal eu prometi, na saúde e na doença...
Hoje o cardápio foi bem light, mas não deixou de ser suculento: arroz integral, feijão azuki, truta grelhada e batata no forno com manjericão.
Para a truta: Descongelei os filés, e temperei com alho e sal. Levei ao fogo uma frigideira antiaderente e pus a truta com a pele virada para a frigideira, deixe uns minutinhos, virei e tirei a pele. Na frigeira mesmo, salpiquei um pouquinho de sal e alho amassado ( essa parte estava por baixo da pele e não vira tempero). Quando estava dourada, virei para dourar a outra parte.
Para as batatas. Descasquei 5 batatas asterix e cortei-as em gomo. Cozinhei no vapor por uns 10 minutos. Arrumei-as em um refratário, reguei azeite, passei em cada uma um pouquinho de alho amassado e salpiquei alecrim, levei por uns 40 minutos ao forno a 200°, até ficarem douradas. Elas ficam com uma casquinha dourada por fora e cremosa por dentro.
Tudo bem, não foi uma receita, estava mais para uma dica. Foi tudo bem simples, mas estava delicioso, isso eu garanto.
Tenham uma linda semana.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O milho e suas facetas.


Gosto de milho, de bolo de milho, de curau. Mas não gosto da pamonha, de mingau de fubá, nem de angu. Dia desses fui ao sacolão e me deparei com lindas espigas. Não titubeei, comprei 5 e levei para casa. Sabe que coloquei na geladeira e me esqueci delas? Pois bem, 5 dias depois abri a gaveta de legumes e lá estavam elas, lindas, me chamando. Coloquei a preguiça de lado, debulhei-as e pus-me a ralá-las. Ao líquido dourado (lembrei-me de um texto de quando era criança), acrescentei 2 copos de leite e coei. Voltei o bagaço que sobrou no coador para uma vasilha e coloquei mais um copo e meio de leite. E  mais uma vez, coei. Coloquei o caldo dourado e coado em uma panela e acrescentei açúcar, foram 4 colheres de sopa ( mas prove, pode ser que queira mais ou menos doce). Sempre mexendo, fui deixando ferver, o caldo engrossou e o amarelo pálido, amarelão ficou. O gosto estava bom e não mais lembrava apenas uma mistura de leite, suco de milho e açúcar, mas já tinha gosto de curau ( loucura? não. Sabe quando estamos fazendo brigadeiro? A mistura, no começo, não tem gosto de brigadeiro, e sim de mistura de chocolate com leite condensado, não é? O gosto do brigadeiro só é adquirido depois de fervido. Entende-me agora? ). Tirei do fogo e coloquei na minha xícara de sopa. Deixei esfriar e pus na geladeira, mas primeiro comi um pouquinho, quente mesmo. Como não gosto de canela em cima de doces, não a polvilhei. Deixo sempre como opção para quem quiser.
Bom apetite e quilos extras.

domingo, 26 de agosto de 2012

Frio, cadê?... e uma rodada de pizza

Cadê o inverno? Cadê o frio? Eu amo inverno e este ano não teve nem 20 dias ao todo de frio. Que tristeza, pelo menos para mim.
Bem, ao começar a escrever, hesitei em colocar a palavra "cadê", por me lembrar de minha infância. Meu pai era um homem inteligente, de muitas leituras e sempre me reeprendia quando eu lhe perguntava: - Cadê o livro? Ele  me respondia: - Cadê? Não entendo o que quer dizer com isso?Não seria: O que é feito de? Onde está?
Para uma pessoa que tinha em mente uma língua portuguesa pura, ensinada em 1930, 1940, as gírias, as novas palavras proferidas nos idos de 1980, 1990 soavam gritantes, como um verdadeiro ataque ao vernáculo aprendido e as "modernices" não estavam aceitas e apreendidas. Se meu pai fosse vivo, talvez arrancasse seus cabelos quando visse e ouvisse as formas "internéticas": kd, naum, vc, tc, e tantas outras que povoam nosso dia, nosso e-mail, redes sociais e por aí a fora.
Mas e a pizza?
Tinha prometido para o marido da minha cunhada uma pizza de pepperoni e meu marido fez a maior propaganda, dizendo que minha pizza era demais.
Depois de combinarmos várias vezes, ontem saiu. Rezei muito para que saísse maravilhosa, afinal não podia fazer feio depois da propaganda "maridística". E, mais uma vez, deu tudo certo.
Fiz a massa neutra da Nestlé, que é sucesso garantido. No site, diz que cada massa rende duas pizzas, mas como gosto de bem fininha, eu divido em 4.  Dessa vez, preparei duas massas. A receita está aqui: http://www.nestle.com.br/site/cozinha/receitas/Massa_Neutra_para_Pizza.aspx, mas transcrevo a seguir.

 2 tabletes de fermento biológico (30 g)
1 colher (chá) de açúcar
1 lata de Creme de Leite - deixei na geladeira por umas 6 horas. Não escorri o soro, mas quando abri, peguei só a parte durinha, não utilizei o soro.
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de sal
2 ovos
4 xícaras (chá) de farinha de trigo , aproximadamente -  (utilizei em média 500 a 520 g - usei a Renata puríssima, ela é mais branquinha e mais soltinha -  não é propaganda, não ganhei nada com isso.

Modo de Preparo
Em uma tigela, junte o fermento biológico com o açúcar, acrescente meia xícara (chá) de água morna e mexa bem até dissolver. Junte o Creme de Leite , a manteiga , o sal e os ovos . Incorpore a farinha de trigo aos poucos, até desgrudar das mãos. Sove bem a massa e deixe descansar em uma tigela polvilhada com farinha de trigo até dobrar de volume. Divida em duas porções (eu dividi em 4 porque gosto de massa bem fininha) e deixe crescer por cerca de 20 minutos. (Deixei em cima da bancada, as porções, cobertas com um pano de prato úmido) Abra cada porção com um rolo, sobre uma superfície polvilhada com farinha de trigo , formando os discos, e coloque em uma assadeira. Pré-asse a massa em forno médio-alto (200 °C), preaquecido, por cerca de 10 minutos ou até que esteja seca.
Depois disso, cobri com molho de tomate que fiz da seguinte maneira (receita do Olivier Anquier): Bati no liquidificador, 2 latas de tomate pelado (para duas receitas de massa) e levei no forno com 1 colher de sopa de sal e 3 colheres de sopa de açúcar. Deixe ferver por 5 minutos. Depois salpique orégano.
Por cima do molho coloquei as seguintes coberturas e levei ao forno por mais 10 minutos ou até derreter o queijo (mas não deixe muito, porque resseca a massa):
Pizza tio Ael - mussarela, pepperoni, tomate e pimentão verde -por cima reguei azeite
 
Pizza titia Nessa - muçarela ou mozarela (sim, as duas formas são corretas) de búfala, tomate seco e manjericão (era para ter rúcula, mas esqueci de comprar) - reguei com azeite
 
Pizza vovó e vovô da Bonequinha - muçarela comum, presunto e tomate - reguei com azeite
 
POR MOTIVO DE FOME MAIOR, NÃO DEU TEMPO DE FOTOGRAFAR
 
Pizza da mamãe e do papai da Bonequinha - muçarela de búfala, queijo brie e presunto de parma - reguei com azeite

Pizza pra derrubar (essa fiz individual)  - massa, ganache (pique o chocolate - usei o 55% de cacau, misture o creme de leite e leve ao microondas de 1 em 1 minuto até derreter). Leve ao forno por 5 minutos. Depois coloque morango e uma bola de sorvete.
Foi uma noite agradável e muito gulosa.
Beijos e uma boa semana.
 

sábado, 18 de agosto de 2012

Bolinho de mandioca (aipim, macaxeira...



Olá. Estou escrevendo e morrendo de sono. E aí alguém pensa: Por que não vai dormir? Respondo: porque o marido está do lado fazendo um trabalhinho extra e não quero perder a oportunidade de ficar com ele, já que durante a semana ficamos apenas 1 1/2 hora perto um do outro. Então, no final de semana, não quero perder a oportunidade de tê-lo por perto, mesmo que fiquemos calados, cada um com sua atividade.
Bem o papo está bom, mas eu vim aqui para contar do bolinho de mandioca que fiz agora há pouco. Ele não tem recheio. Fica ótimo para ser acompanhamento do almoço, do jantar, ser aperitivo ou ser lanche, como foi aqui em casa. Amei!!! Foi a primeira vez que fiz esta receita. Tirei do livro da Dona Benta.  Ele é simples, mas saboroso. Tem uma textura maravilhosa. Fica uma casquinha fininha e a massa fica bem levinha. Só vocês fazendo e experimentando para saberem do que falo. Façam e me digam se gostaram. Vou ficar aguardando.

2 xícaras de mandioca cozida e espremida (usei 1 1/2 xícara)
2 ovos (usei 1)
2 colheres de sopa de queijo ralado (usei as 2 porque amo queijo)
1 colher de sopa de cebola picada (usei)
1 colher de sopa de salsinha picada (usei)
sal a gosto
1 colher de chá de fermento em pó (usei um pouco mais da metade)

Misture tudo e modele com duas colheres o bolinho. Frite em óleo quente.

ATENÇÃO! Não chamem os cachorros porque não sobrará nada para eles.

Boa noite !!!!!!


domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos pais...

De repente a gente nasce, e para isso é preciso de um pai (eu sei mãe também). E a vida acontece. Muitas pessoas têm pai biológico, pai de criação, pai adotivo, pai adotado,  pai da amiga, o "pai"aço,o pãe, e por aí vai. E a vida passa. Com ela, vão os dias e com eles, os pais. Mas fica o PAI supremo, o PAI maior. Hoje, quando olho para os lados e vejo que meus pais estão no alto, não me bate tristeza, mas a certeza de dever cumprido, de amor dado e retribuído. Se você tem 1 ou vários pais, abrace-os, aperte-os, diga que os ama, perdoe-os. Se você não tem, reze, alivia o coração.
Para você que lê e é pai, PARABÉNS!!!!
Bem, meu marido tem pai e como o almoço é na casa da cunhada (e o marido dela tem pai), por que não homenageá-los?
Olhei site da Nestlé e vi esse bolo lindo:

Arrisquei-me em fazê-lo. Ma não sou confeiteira, não tenho noção de desenho, nem de perspectiva, nem de profundidade, nem sou desenhista. E o meu ficou assim:
Nem de longe ficou igual. Mas valeu a tentativa. E o pior, para fazer a decoração precisava de 2 xícaras de açúcar de confeiteiro e eu só tinha 1 xícara, tive que colocar menos clara e fazer uma gravata menor. Será que ficou gostoso? Depois eu conto. A receita? Vamos a ela.

Fiz a massa de genoise:
Bati 4 ovos e 140 g de açúcar. Bem batidos na batedeira até ficar clarinho e bem espumante. Coloquei algumas gotas de baunilha. Desliguei a batedeira. Acrescentei 140 g de farinha de trigo peneirada e misturei com o fouet. Despejei em uma forma untada ( tabuleiro nº 1, o menor) e com papel manteiga untado. Assei em forno preaquecido.
O recheio:
Fiz um creme com duas xícaras de leite, 1/2 lata de leite condensado, 1/2 colher de chá de baunilha e 2 gemas. Depois de ferver, acrescentei 1 1/2 de maisena dissolvida em um pouco de leite e não parei de mexer para não empelotar. Deixei cozinhar bem. Tirei do fogo e deixei esfriar. Depois de frio, acresentei 1/2 caixa de creme de leite.
Cortei o bolo ao meio, molhei com guaraná e um pouco da calda do pêssego e recheei com o creme e pêssego em calda picado.
 Cobri, conforme a receita original da Nestlé, transcrita abaixo, só não salpiquei o granulado branco na "camisa amarela", gostei dela toda amarelinha.

Ingredientes Cobertura
2 claras
2 xícaras e meia (chá) de açúcar de confeiteiro

Decoração
1 clara
2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro
1 xícara (chá) de chocolate granulado branco
1 xícara (chá) de açúcar cristal amarelo
meia xícara (chá) de confeito de chocolate colorido

Massa
6 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de leite quente
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio
1 lata de Doce de Leite Moça para Corte
1 lata de Creme de Leite Nestlé

Modo de Preparo
Cobertura
Bata as claras ligeiramente com um garfo ou batedor de arame e, aos poucos, acrescente o açúcar de confeiteiro. Com o auxílio de uma espátula, cubra o bolo e reserve.

Decoração
Bata a clara ligeiramente e acrescente o açúcar de confeiteiro aos poucos, até obter uma pasta bem consistente, que não gruda nas mãos. Divida a pasta em três partes. Para o colarinho: com uma parte da pasta, faça um rolo com as mãos (cerca de 15 cm). Aproxime as duas extremidades, vire-as em direção ao seu corpo e aperte-as com a palma das mãos, formando o colarinho. Aperte com a ponta dos dedos a parte superior, moldando. Se preciso, use a ponta de uma faca para alisar e ajustar as pontas. Para a gravata e os punhos da camisa: abra o restante da pasta com o auxílio de um rolo de massas. Corte com uma faca em formato de gravata (cerca de 28 cm de comprimento). Com as aparas da massa, forme os punhos da camisa, cortando dois retângulos de 7 x 9 cm. Disponha o colarinho, a gravata e os punhos sobre o bolo. Misture o granulado e o açúcar cristal amarelo, espalhe sobre o bolo e nas laterais, preservando o colarinho e os punhos. Coloque um confeito colorido de chocolate sobre cada punho e espalhe o restante sobre a gravata. Conserve o bolo na geladeira até o momento de servir.

Massa
Bata as claras em neve. Junte as gemas uma a uma e o açúcar, até que fique uma massa fofa. Derreta a manteiga no leite quente, junte à massa e bata ligeiramente. Desligue a batedeira, acrescente a farinha peneirada com o fermento, misturando delicadamente. Unte uma fôrma retangular grande (23 x 32 cm), coloque papel-manteiga e Unte novamente. Despeje a massa e leve para assar por cerca de 50 minutos em forno médio (180 ºC) pré-aquecido. Retire do forno e deixe esfriar.

Recheio
Misture o Doce de Leite Moça com o Creme de Leite até obter uma mistura homogênea. Reserve. Corte o bolo frio ao meio e recheie.

Rendimento
27 porções
  




sábado, 4 de agosto de 2012

Felicidade...

Às vezes podemos fazer a felicidade do outro com tão pouco e não fazemos por N motivos. Eu não perdi a oportunidade. Sexta-feira foi aniversário do meu irmão do meio,não é nenhuma criança, nenhum adolescente, mas um crescido que quer carinho e atenção, como qualquer um de nós. Desde que perdemos nossa mãe, há quase 2 anos, ele ficou descoberto, é solteiro e não é amigo do fogão. Sempre fico compadecida com isso. Pois bem, ontem, resolvi fazer aqui em casa um lanchinho, simples para comemorar sua data natalícia. Uma "festa de arromba" para 9 pessoas. O cardápio: cachorro-quente, quibe de tabuleiro, bolo e brigadeiro de copinho.

 Nenhuma receita astronômica. Ele ficou tão feliz, ao despedir-se, agradeceu, hoje, pela manhã, me ligou para agradecer. Fiz uma pessoa feliz com tão pouco...
Fiz minha boa ação.
Mas este é um blog de culinária, não é? Vamos às receitas?
O cachorro-quente não teve nada demais que mereça a receita, apenas a foto, porque gosto do jeito que eu o sirvo.



Já o quibe de tabuleiro, fiz como minha sogra faz: Deixei de molho de um dia para o outro o trigo (500g). Depois disso, espremi bem e coloquei em uma vasilha. Adicionei 800g de acém moído, sal a gosto, uma colher de sopa de manteiga sem sal, 2 cebolas e um punhado hortelã. Os dois últimos ingredientes foram batidos no mini-processador (a  quantidade da hortelã, vai do gosto, mas o sabor dela deve sobressair na massa). Feito isso, deixei descansar na geladeira enquanto preparava o recheio. Levei uma panela com um pouco de óleo ao fogo. Quando esquentou, coloquei 700 g de acém moído. Acrescentei um pouquinho de alho amassado. Deixei fritar bem a carne. Quando a carne refogou bem, acrescentei 2 cebolas pequenas, 2 tomates, cheiro-verde, tudo bem picadinho, e sal. Deixei a carne cozinhar e tomar o gosto do tempero. Tirei do fogo e esperei esfriar. Depois foi só montar. Untei um tabuleiro com manteiga e cobri com metade da "massa" do quibe, apertando bem. Cobri com a  carne moída refogada  e teminei com o restante da "massa". Espalhei um pouco de azeite por cima e levei ao forno. Como gosto de usar fogo baixo, levou 2 horas para cozinhar. Da próxima vez, vou usar o fogo mais alto um pouco.



O bolo? Fiz a genoise do Blog Baunilha e Chocolate, já postado aqui anteriormente.É rápido, gostoso e não leva quase nada. Bati 4 ovos com 140g de açúcar. Bate bem até ficar uma espuma branca. Adicionei baunilha ( ou outra essência) e 140 g de farinha de trigo. Não bati mais, só misturei com o fouet. Não se assuste, não leva fermento e cresce. Os ovos bem batidos fazem a massa crescer.
Levei para assar em forno baixo até dourar e ficar assadinho ( faça o teste do palito). Deixei esfriar e parti em 3. Reguei com guaraná, recheei com beijinho de coco ( misturei um pouco de creme de leite para amolecer e conseguir espalhar). Coloquei a outra parte do bolo, reguei de novo com guaraná e passei  doce de leite ( leite condensado cozido por 45 minutos. Depois de frio, adicionei uma caixinha de creme de leite) e piquei chocolate em barra. Tampei com a outra parte do bolo, que também foi regada com guaraná. Cobri com chantily. Ficou tão "bãããão.












Espero que tenham gostado.
Beijos
Anny ( também Cris)


domingo, 29 de julho de 2012

Pastelzinho chocococo e tantas outras coisinhas...

Olá! E o "finde" acabou, buáááá.
Estava cheia de vontade de fazer gostosuras, mas acho que hoje não era meu dia de cozinha, preparei tanta coisa, todas deram certo, ficaram gostosas , porém não estou com vontade de degustar nenhuma delas hoje novamente, nada ficou com gostinho de quero mais, aquele que nos faz sair drasticamente da dieta, e só ficamos sossegados quando vemos o fim da gostosura e a vasilha na pia.

  Indicaram-me uma salada com batata, cenoura (picadinhas e cozidas como se fossem para uma maionese), banana em rodelas, amendoim salgado e sem pele ( o crokíssimo,embalagem verde, mas não é o salsa e cebola) e frango desfiado, requeijão e creme de leite. A pessoa me disse que era de comer rezando. Fiz. Eu e meu marido não achamos nada de mais; e olha que amo banana.
 Para complementar o almoço, preparei a torta de tomate, queijo e palmito, do Sabor Sonoro; http://blog.saborsonoro.com.br/2009/03/torta-de-queijo-palmito-e-tomate.html. É gostosa, mas meu paladar não se adaptou.


Enquanto fazia o almoço, preparei alguns quitutes para o lanche da tarde. Na revista desse mês, da Casa e Comida, veio uma receita de Scone, pãozinho de origem escocesa que leva fermento químico (aquele de bolo). Meu marido viu a foto e quis. Fiz, mas também não achamos nada de mais.
http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI309619-16777,00-SCONES.html



Queria muito comer uma apple pie. Achei uma receita no blog Da Minha Cozinha, http://www.daminhacozinha.net/2007/12/duas-tradies-americanas-torta-de-abbora.html. Tinham umas maçãs na geladeira que não havíamos dado conta de comer, fui correndo preparar a receita. Ficou gostosa, comemos com uma bola de sorvete de creme, mas também não agradou nosso paladar.



Quarta-feira, enquanto trabalhava, tive a ideia de fazer o pastelzinho de goiabada ,  esse do link, e que é o mais tem acesso aqui no blog - http://panusipratus.blogspot.com.br/2012/06/o-pao-de-milho-e-o-pastelzinho-de.html -na versão chocococo. Fiz da seguinte maneira: A receita original leva 1 e 3/4 de xícara de farinha de trigo. Dessa vez usei 1 e 1/4 de  xícara de farinha e 2/4 de chocolate em pó, 2 colheres de açúcar, 150 g de manteiga sem sal e no lugar do vinho do porto, usei 4 colheres de sopa de licor de cacau. Misturei tudo, com exceção do licor, até obter uma farofa bem úmida, fiz uma depressão e adicionei o licor. O de goiabada trabalhei direto. O de chocolate levei por uma hora na geladeira. Embrulhei a bola de massa em um filme plástico. Foi a primeira vez que fiz a substituição de ingredientes. Essa massa ficou meio quebradiça, difícil de trabalhar. Recheei com beijinhos de coco. Levei ao forno preaquecido, 180° por 25 minutos. Nesse eu não polvilhei açúcar.


Para ver se salvava a tarde nos lanches, fiz um pão de queijo. Usei queijo minhas e a receita não ficou das melhores, nem das piores. Vou testá-la com outro queijo e quando conseguir o ponto, vou postá-la.
Ah! preciso fazer um agradecimento especial. OBRIGADA MARIDÃO POR TER LAVADO TODAS AS LOUÇAS, permitindo assim que eu não estragasse minhas unhas, kkkk. Será que foi pelas louças que ele toda hora falava para eu sair da cozinha ou não queria que eu trabalhasse tanto? Fica a dúvida, kkkk.

Para terminar a noite, vou fazer uma salada de frutas. Ah! essa meu paladar  agradar-se-á.
Fiquem com Deus e boa semana.