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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quem disse que dia de folga é dia de descanso?

Bom dia, "gentem". Hoje não trabalhei. Como sou elétrica e não sei ficar parada, já ajeitei um montão de coisas aqui em casa e fui para a ...COZINHA.
Vi um post da Chocolatria (http://www.chocolatria.com/) que me deu água na boca, foi o do mini-muffin donut. Achei tão delicado que quis fazer. Olha a foto do blog que delicadeza:


Imitei, mas nem de longe o meu ficou lindo assim, com essa "cupulazinha", nem tinha a forminha de papel para ficar com esse franzidinho, mas valeu.



Fiz para levar para o pessoal do serviço do meu maridex, eles gostam de uns mimos de vez em quando, e copiei a ideia do saquinho.

A receita? simples.
Misture com um fouet 100 g de manteiga derretida com 100 gramas de açúcar. Adicione 2 ovos batidos, essência de baunilha a gosto e em seguida 1/4 xícara de chá de água quente. Adicione aos poucos100 gramas de  farinha de trigo peneirada com 10 gramas de fermento em pó. Misture até obter uma massa homogênea. Coloquei em forminhas de mufins de alumínio untada e enfarinhada. Assei em forno a 180º. Quando esfriou, desenformei e passei no açúcar com canela.
Este é o link da receita original: http://www.chocolatria.com/2012/07/mini-muffin-donut-%E2%99%A5.html
Beijinhos.

domingo, 30 de junho de 2013

Na era do caderno de receita...

Ola´, "gentem". Estou numa correria doida, tantos me querendo, seja para conversar, seja para ajudar, seja para brincar. Ufa, estou cansada, mas feliz em saber que posso contribuir com algo de bom. Se não é para isso nossa existência, para o que mais será?
Hoje me bateu uma vontade de comer um docinho que minha mãe fazia quando eu era criança. Nunca soube o nome dele. ( se alguém souber, me avisa, tá?)
Quando eu era criança, achava que certas coisas só pertenciam ao meu mundo. Por exemplo, esse tal doce.
Como não havia internet para divulgar, os canais de de televisão eram poucos, poucas também eram as  revistas e jornais, achava que tal coisa só pertencia ao meu mundo. Tadinha de mim, né?!
Quando comecei a namorar o meu marido, vi que minha sogra sabia fazer o doce da minha mãe. Que decepção, isso porque eu já não era mais criança.
Sabe uma outra coisa que eu achava que só pertencia à minha mãe? O caldinho da panela da carne cozida.Minha mãe dourava a cebola, dourava a carne e antes de colocar água para cozinhar a carne, ela molhava o pão no caldinho grosso e dava-nos para comer. Hummmm, que delícia! Hoje não como mais carne vermelha, pura opção, mas não sou tão radical, quando faço carne para meu marido, eu confesso, como o pão.
 Dia desses, estava eu, vendo tv, quando, de repente, passou uma propaganda de um certo caldo de carne que passava no teste do pão, esse era o comercial. Que decepção! Mais uma coisa que o mundo conhecia e não somente minha mãe. Fiquei arrasada, acho que vou ter que fazer terapia, kkkk. Brincadeirinha.
Mas vamos deixar de blábláblá e vamos à receita? Na verdade a receita é meio de olhômetro. Quem gostar de doce mais doce, põe mais açúcar, quem quiser o mingau mais duro, mais mole, mais doce, menos doce, fique à vontade.
Será que você também conhece?
Lá em casa chamávamos de torta de banana.
Peguei umas 6 bananas nanicas ( ou d'água) e piquei em rodelas e reservei. Em uma panela, coloquei umas 4 colheres de sopa de açúcar e deixei caramelizar, sem queimar, só dourar. Depois disso coloquei a banana, mexi e pinguei água. Pinguei mesmo não queria nada aguado. Deixei cozinhar e obtive este doce que coloquei em um refratário.

Depois fiz um mingauzinho de amido de milho. Coloquei umas duas xícaras de leite, 1 gema, 3 colheres de sopa de açúcar e umas gotinhas de baunilha. Dissolvi, em um pouquinho de leite, 2 colheres de sopa de amido de milho. Levei ao fogo baixo mexendo para não empelotar. Deixei ferver, parei de mexer e deixei cozinhar por uns 8 minutinhos. Tirei do fogo, deixei esfriar e coloquei por cima do doce de banana. Assim:

Bati a clara que sobrou em neve e adicionei 4 colheres de açúcar e bati bastante. Coloquei em uma manga de confeitar, porque gosto de suspiro durinho e fiz pitanguinhas. Tem gente que não se importa se não ficar suspiro, quer só merengue douradinho, mas molinho mesmo, então leva ao forno sem se preocupar com o ponto de suspiro. Mas o meu ficou assim:

Depois de pronto, ficou assim, com um monte de pitanguinha faltando, porque "furtei" alguns suspirinho, não resisti:


Se para você não foi novidade a receita, pelo menos conheceu meu sentimento com relação a esse doce. E você também tem uma história assim? Conte-me.
Um super restinho de domingo e um super beijo.





domingo, 23 de junho de 2013

Tortinha de fígado de galinha



Olá "gentem". Tudo bem? Espero que sim. Dia desses, vendo o blog Panelinha, deparei-me com uma receita de torta de fígado de galinha. Achei curioso. Não gosto de fígado, mas quis testar. E estou para contar para vocês que fiz e gostei. Meu marido, amou.
O link da receita é esse: http://panelinha.ig.com.br/site/receita/receita.php?id=1706
Mas transcreverei-a:

PARA A MASSA

Ingredientes

2/3 xícara (chá) de farinha de trigo
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo integral
2/3 xícara (chá) de manteiga à temperatura ambiente
1 gema
1/2 colher (sopa) de leite
1/2 colher (chá) de sal 

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 200°C (temperatura alta).

2. Numa tigela, coloque as farinhas e o sal. Junte a manteiga amolecida e faça uma farofa com a ponta dos dedos. Acrescente a gema e o leite. Mexa com as mãos até obter uma massa lisa. Faça uma bola e cubra com um pano de prato limpo. Deixe repousar por 30 minutos.

3. Em forminhas individuais para torta ou numa fôrma grande de fundo removível com 25 cm de diâmetro, coloque a massa e espalhe-a com os dedos de modo a cobrir todo o fundo da assadeira, deixando 3 cm da borda. Fure toda a massa com um garfo, para que não estufe, e leve ao forno por 10 minutos. Retire e deixe esfriar.

PARA O RECHEIO

Ingredientes

150 g de fígado de galinha limpo
1 colher (sopa) de conhaque 
(não tinha e usei vinho branco seco)
1 colher (sopa) de água 
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 xícara (chá) de creme de leite fresco (usei de caixinha mesmo, não tinha do fresco)
1 ovo 
1 colher (sopa) de uvas-passas 
1 pitada de noz-moscada ralada na hora
1 colher (chá) de sal 
1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora

Modo de Preparo

1. Para hidratar as uvas-passas, coloque-as numa panelinha com o conhaque e a água. Leve ao fogo médio. Quando ferver, retire do fogo e deixe esfriar. Quando estiverem frias, transfira as passas para uma tigelinha e reserve o líquido.

2. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).

3. No liquidificador, bata a cebola, o alho e o fígado limpo (sem nervos e membranas brancas). Quando obtiver uma pasta lisa, acrescente o creme de leite, o ovo, a noz-moscada, o sal, a pimenta-do-reino e o líquido das passas. Bata rapidamente, apenas para misturar, e junte o manjericão picado.

4. Distribua as passas sobre a massa pré-assada e cubra com o recheio batido. Leve ao forno preaquecido para assar por 30 minutos.

5. Se a torta foi feita numa fôrma grande, deixe esfriar antes de cortá-la para que os pedaços não se esmigalhem. No momento de servir, preaqueça a torta e sirva acompanhada de uma salada de folhas verdes.


Ah! o pontinho pretinho na torta, são as passas.
Beijinhos e boa semana.